É uma planta medicinal também conhecida como baptisia, falso-índigo-amarelo, horseflyweed e wild indigo (inglês). Pertence à família das leguminosas (Leguminosae).
Benefícios:
O índigo-selvagem (Baptisia tinctoria) sempre foi muito utilizado por nativos norte-americanos para a limpeza de feridas na pele devido a sua ação antisséptica. Pesquisas mais recentes confirmaram que o índigo estimula o bom funcionamento do sistema imunológico, sendo eficaz contra infecções causadas por bactérias. O alto conteúdo de polissacarídeos em sua composição ajuda a estimular a fagocitose, processo que fortalece o sistema imunológico. É aplicado no tratamento de infecções crônicas, que afetam especialmente os sistemas glandulares e linfáticos.
Na medicina alternativa, a lavagem e aplicada a febres, feridas gangrenosas, infecção de estafilococo, feridas e eczema. Usada como líquido para limpeza bucal de feridas, gengivite e piorreia. Gargarejo para dor de garganta. Ducha para leucorreia, vaginite e ulcerações cervicais. Cataplasma para cânceres e tumores.
Para usufruir de todas as propriedades do chá de índigo-selvagem pode se preparar um chá das raízes. Ingredientes:
2 colheres de chá de raiz de índigo selvagem seco.
200 ml de água filtrada.
Modo de preparo:
Coloque a água em uma chaleira e ferva.
Quando atingir o ponto de ebulição desligue o fogo.
Adicione as raízes de índigo-selvagem.
Aguarde 10 minutos.
Coe e estará pronto pra consumo.
É recomendado consumir o chá 3 vezes durante o dia.
Contraindicações e efeitos colaterais do índigo-selvagem
O uso é contraindicado por gestantes e lactantes. Doses grandes são eméticas e podem ser purgantes. Não deve ser utilizada em condições inflamatórias agudas. Doses altas podem causar anorexia, náuseas, taquicardia, paralisia respiratória, hipersalivação e respiração acelerada.
Na Homeopatia usam-se sem riscos, pois o insumo é ultra diluído e a seguir dinamizado!
https://www.medicinanatural.com.br/indigo-selvagem-baptisia-tinctoria/amp/
ANVISA - Ruta graveolens 6 CH.
Sinonímia Homeopática: Ruta hortensis; Ruta latifólia; Ruta sativa e Ruta vulgaris. Formas farmacêuticas: gotas, glóbulos, tabletes ou comprimidos.
Preparar a partir de Ruta graveolens 6 CH, conforme Farmacopeia Homeopática Brasileira em vigor.
Indicações: traumatismos, entorses simples ou complicados, luxações, contusões periósteas do tipo machucadura dos ossos como se o paciente tivesse sido espancado, tendinites, cistos sinoviais do punho, lombalgias; dores reumáticas, nos punhos e tornozelos; lesões em tendões e juntas, especialmente no pulso.
AUTORES CONSULTADOS
BOERICKE, W. Manual de Matéria Médica Homeopática. v. 2 . São Paulo: Robe Editorial, 2003.
BRASIL. Farmacopeia Homeopática Brasileira. 3. ed., Brasília, DF: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2011.
CAIRO, N. Guia de Medicina Homeopática. 21. ed. São Paulo: Livraria Teixeira, 1991. DEMARQUE, D. et al. Farmacologia & Matéria Médica Homeopática. São Paulo: Organon, 2009.
LATHOUD, F. Estudos de Matéria Médica Homeopática. 2. ed. São Paulo: Organon, 2004.
HORVILLEUR, A. Vade-mécum da Prescrição em Homeopatia. São Paulo: Andrei, 2003.
VANNIER, L.; POIRIER, J. Matéria Médica Homeopática. México: Porrua, 1979.
VIJNOVSKY, B. Tratado de Matéria Médica Homeopática. v. 3. São Paulo: Organon, 2003.
VOISIN, H. Manual de Matéria Médica para o Clínico. 2. ed. São Paulo: Andrei, 1984.
https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/formulario-homeopatico/arquivos/8097json-file-1
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